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Traficante se dá mal em "delivery de entorpecente" e acaba presa em Porto Ferreira

Traficante se dá mal em "delivery de entorpecente" e acaba presa em Porto Ferreira

Na manhã desta quinta-feira (24), o que era pra ser mais um dia normal de “trabalho” para uma mulher em Vila Maria, Porto Ferreira, acabou virando um episódio de série policial — só que sem trilha sonora e com final direto pra cadeia.

Durante um patrulhamento de rotina (também conhecido como “rolê policial preventivo”), a equipe da Polícia Militar passou pela Rua Vitório Colli, um endereço já famoso na cidade — não por bons motivos, diga-se de passagem — e avistou uma cena digna de replay: uma mulher passando algo suspeito para um motociclista.

Ao perceber que estava sendo “assistida ao vivo” pela PM, a mulher tentou dar aquela disfarçada, mudou de rumo do nada, mas o talento pro teatro não convenceu ninguém.

Resultado? Abordagem na hora.

Na revista, os policiais encontraram uma sacolinha nada básica escondida nas roupas da suspeita.

Dentro dela: 12 eppendorfs de cocaína (sim, até os tubinhos plásticos viraram personagens), 8 porções de maconha, 14 pedras de crack e R$ 70 em dinheiro — provavelmente o troco da primeira entrega do dia.

Com esse “kit traficante” completo, não teve choro nem vela: ela foi presa em flagrante por tráfico de drogas (Art. 33 da Lei 11.343/06).

Antes da viagem rumo ao novo endereço, fez uma paradinha na UPA para o famoso exame cautelar.

Logo depois, foi apresentada à Delegacia de Polícia de Porto Ferreira, onde a autoridade de plantão confirmou a prisão.

E como toda série tem uma continuação, a próxima cena da protagonista será na unidade prisional de São Carlos, agora sob o olhar atento da Justiça.

Moral da história: tentar ser delivery de drogas na cara da PM é pedir pra entregar o próprio CPF direto no sistema.

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